Mostrando postagens com marcador Eleições 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições 2012. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PSDB sai trincado da eleição municipal

A derrota agravou os problemas internos no partido que é, cada vez mais, o esteio da oposição conservadora e de direita: o PSDB.

Por José Carlos Ruy

A reação dos tucanos e da mídia conservadora ante a estrondosa derrota do PSDB na eleição municipal deste ano é surpreendente. Além de procurar desculpas para explicar o mau desempenho eleitoral nos dois turnos da eleição, alinhavam argumentos para fazer acreditar no improvável, o alegado enfraquecimento da base do governo da presidenta Dilma Rousseff, e tentam convencer incautos sobre um também alegado fortalecimento do PSDB nesta eleição. E apostando, sobretudo, num sonhado – como reconheceu o cardeal tucano eleito para a prefeitura de Manaus, Artur Virgílio – rearranjo partidário para 2014 que atrairia o PSB do governador pernambucano Eduardo Campos para uma aliança com o PSDB na disputa presidencial.

Vão gastar papel e tinta (ou tela e sinais eletrônicos, se quisermos modernizar a linguagem) em tentativas de consolo com escassa base nos fatos concretos.

A verdade indisfarçável é a de que os partidos de esquerda e centro-esquerda se fortaleceram, ao mesmo tempo em que a oposição conservadora e neoliberal desceu um degrau na escadaria do poder. PSDB, PPS e DEM (sobretudo) viram diminuir seus números de prefeitos, vereadores e de votos. Em contrapartida, PT, PCdoB e PSB cresceram ganhando maior número de votos, prefeituras e vereadores.

E a oposição, embora tenha ganhado em capitais importantes, como Manaus e Salvador (dando uma sobrevida ao esquálido DEM), perdeu a principal e mais importante disputa, a eleição em São Paulo, que tem influência nacional determinante.

Derrota que agravou os problemas internos no partido que é, cada vez mais, o esteio da oposição conservadora e de direita: o PSDB.

O partido dos tucanos mantém inegável força política, mas corroída por disputas internas que, fechadas as urnas, afloraram com força opondo lideranças declinantes, como o derrotado José Serra e o impopular Fernando Henrique Cardoso, a novas estrelas cuja ascensão no ninho tucano tem esbarrado justamente na oposição do núcleo paulista da legenda, como os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, e Minas Gerais, Aécio Neves.

A movimentação começou logo no dia seguinte à derrota de José Serra. O governador mineiro Aécio Neves, que vive às bicadas com José Serra desde pelo menos a disputa para definir o candidato tucano para a eleição presidencial de 2010, viajou para São Paulo na segunda-feira (29), onde foi conversar com Fernando Henrique Cardoso para avaliar o desempenho partidário na eleição encerrada no domingo; seu contato com José Serra reduziu-se a um telefonema. Aécio que foi alçado, com o enfraquecimento de Serra, à grande estrela tucana, ao lado de outro desafeto do candidato derrotado, o governador Geraldo Alckmin, que também não reza pela cartilha serrista e que emerge da eleição como a outra grande estrela nacional do partido.

O estilhaçamento interno do PSDB é visível também na avaliação do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um serrista de carteirinha que jogou a culpa da derrota de Serra sobre o que chamou de "negligência política" do PSDB. Foi na conta dessa “negligência política” que ele colocou o fracasso tucano em defender os motivos e a trajetória de seu candidato, sobretudo os temas conservadores que acolheu (aos quais o próprio Fernando Henrique Cardoso se referiu criticamente, durante a campanha) ou a decisão de renunciar à prefeitura em 2006, com pouco mais de um ano de mandato, e que foi um dos principais fatores da forte rejeição que as pesquisas de opinião registraram.

A fragmentação ocorre ao lado de um movimento visível no ninho para desinflar a hegemonia paulista (paulistana, mais precisamente) no PSDB. De Manaus, Artur Virgílio reforça esse movimento montado numa vitória que o recoloca no primeiro plano entre os caciques emplumados. E confessa que o “time dos sonhos” do tucanato é a improvável aliança com o PSB de Eduardo Campos em 2014. Sonho partilhado também pelo cardeal Fernando Henrique Cardoso.

Aécio é um dos crentes em uma “vitória” tucana. "O resultado superou nossas expectativas", disse, comparando o desempenho tucano com apenas o de um dos partidos da base aliada, o principal deles, o PT, e deixando deliberadamente de fora de seu foco de análise o desempenho das outras agremiações do núcleo de esquerda e centro-esquerda do governo, como o PCdoB, o PSB e o PMDB.

Outro que alardeia um fortalecimento tucano pós eleição é o presidente em exercício do partido, Alberto Goldman. "Saímos mais fortes. Apesar de ter perdido em São Paulo com 11% de diferença”, disse, ancorando-se num resultado nacional que considerou favorável que, em sua opinião, derivou de uma “maior capilaridade” do PSDB, de “uma presença mais expressiva”. Há opinião para tudo!

O mantra tucano pós derrota passou a ser a “necessidade de renovação”. O cientista político Humberto Dantas, do Insper, acredita na necessidade de "oxigenar" um partido cujas lideranças já estão avançadas em anos – Fernando Henrique Cardoso passa dos 80 anos, Serra dos 70 e Alckmin está na véspera de completar 60. Lideranças que têm se caracterizado, na última década, por colecionar derrotas eleitorais.

Não há como deixar de ler, nas entrelinhas da análise do professor, o nome de Aécio Neves, embora ele não o tenha citado. Mas ele apontou, em seu diagnóstico, o desafio a ser enfrentado para uma “renovação” tucana: a "truculência" das forças internas do partido, "viciadas na fórmula Covas-Alckmin-Serra". Truculência exposta já em eleições passadas quando a definição dos principais candidatos tucanos foi decidida quase a tapas.

Entre os problemas do PSDB apontados por Dantas está a necessidade de apresentação de novos nomes, novas lideranças que superem este triplo legado (Covas, Serra, Alckmin), está o que chamou de uma "significativa incapacidade de se planejar enquanto partido", e a urgência de encontrar "respostas estratégicas às demais perguntas deve tomar conta da agenda tucana urgentemente."

O desentendimento entre os caciques é um ponto frágil significativo, de desdobramentos que ainda não se pode prever. Outra fragilidade, enorme, são as ideias, é o programa. "O partido tem que construir seu discurso, fortalecer esse discurso de oposicionista para enfrentar o poder central que é o PT e seus aliados”, disse Alberto Goldman. “A estratégia é definir claramente sua posição e atuar, estar presente nos grandes temas que aparecem a todo momento”.

Ele repete, à sua maneira, aquilo que Fernando Henrique Cardoso vem repetindo há algum tempo. Artur Virgílio é outro para quem o PSDB, "mais do que novos quadros, precisa de novas ideias", aterrizando no cotidiano e falando “a linguagem das pessoas”, estando “superado isso de partido de intelectuais". Talvez ele tenha razão. Um partido de caciques intelectuais, distanciado do povo e dos trabalhadores, tem mesmo dificuldades crescentes à medida em que a democracia avança.

Mas que temas traduzir em “linguagem popular?” Com certeza será a reafirmação do mesmo repudiado programa neoliberal, de privatizações e omissão do Estado em relação aos problemas do povo, tudo isso embalado no cantochão do chamado “mensalão”. É um desafio e tanto para o tucanato visto que, cada vez mais, os brasileiros demonstram imunidade ao discurso privatista, elitista, antinacional e antidemocrático que os caracteriza.

O resultado da eleição deste ano aponta certamente para um rearranjo partidário, que corresponde a mudanças que ocorrem entre o eleitorado. Mas não se trata de um rearranjo à maneira conservadora. Bem, observadas as coisas, pode-se ver que, entre os quatro grandes partidos, dois perfilam no campo da esquerda (PT e PSB), um no campo que se pode chamar de cento-esquerda (PMDB) e um consolida-se como a legenda da direita (o PSDB). É preciso considerar também, nesta avaliação de uma tendência à esquerda do eleitorado, o notável crescimento do PCdoB, que avança e acumula forças.

Neste quadro partidário em movimento, onde a direita mais tradicional se estiola (o DEM agarra-se à tábua de salvação que significa a conquista da Prefeitura de Salvador) há um lugar demarcado para o tucanato: consolidar-se como o refúgio das forças conservadoras e oligárquicas numa nova formulação partidária onde elas perdem crescentemente expressão eleitoral. Pode-se prever os intensos conflitos entre as caciques tucanos até alcançarem a acomodação interna. É um processo em curso cujo próximo passo significativo será a eleição geral de 2014 (que inclui a disputa pela Presidência da República e dos governos estaduais). Serão dois curtos anos de fortes lutas no ninho tucano, envolvendo quase certamente Aécio Neves, Geraldo Alckmin, o renitente José Serra, sob a sombra de Fernando Henrique Cardoso. 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Bigardi tem compromissos com os trabalhadores


Com a maior votação obtida por um candidato a prefeito, Pedro Bigardi quer ser “o melhor prefeito que o município já teve”, como ele afirmou após confirmada sua vitória. 

Ele tem o compromisso com os trabalhadores em adotar políticas públicas eficientes, com mais escolas e creches, e um sistema de saúde com mais qualidade, além da redução dos custos com transporte coletivo.


“O objetivo é que os trabalhadores possam usufruir mais dos serviços públicos e, consequentemente, tenham a oportunidade de utilizar parte dos seus rendimentos para dar mais qualidade de vida às suas famílias”, comentou Bigardi. 


A oferta de serviços públicos mais eficientes será benéfica para todos os segmentos da sociedade, que inclui desde os trabalhadores até os empresários, já que a redução do custo de produção permite aos empresários oferecer melhores salários e condições de trabalho.


“Vamos dialogar com os diferentes segmentos da sociedade para que possamos integrar várias cidades distintas em uma que seja boa para todos”, afirmou.


A prioridade do governo Pedro Bigardi é o trabalhador, principalmente aquele que continua sem acesso à moradia adequada, à saúde, à escola e a outros direitos básicos, permanecendo excluídos da vida social.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Em Jundiaí, Lula apóia Pedro Bigardi e chama tucanos de predadores


Daniel Carvalho
Enviado especial a Jundiaí

O ex-presidente Lula voltou a atacar o PSDB na manhã desta segunda-feira (22), em Jundiaí (SP), e disse que é preciso tomar cuidado com os tucanos, porque eles têm "bico bonito", mas são "predadores".

Lula participou do comício do ex-petista Pedro Bigardi (PC do B), que enfrenta Luiz Fernando Machado (PSDB). A cidade está sob controle tucano há 16 anos.

"Vocês sabem que tucano tem aquele bico bonito, mas é predador. Quem conhece de aves sabe que tucano come passarinho novo no ninho, come ovinho. É preciso tomar cuidado", afirmou o ex-presidente que lotou uma pequena praça na cidade, que terá segundo turno pela primeira vez.

Lula disse que, assim como ele em 2006, e como a presidente Dilma Rousseff em 2010, Bigardi está sendo alvo de uma "central de mentiras".

Na reta final do primeiro turno, opositores espalharam panfletos relacionando o comunista ao escândalo do mensalão e afirmando que ele chamaria para compor o gabinete o ex-ministro José Dirceu.

"Vocês estão vendo a campanha contra o Fernando Haddad em São Paulo. É por isso que o Haddad vai ganhar também, como você vai ganhar aqui. Porque o povo brasileiro e o povo de Jundiaí tão com o saco cheio de mentiras, com o saco cheio de candidato que não tem o que falar e então começa a falar do outro", afirmou.

Na primeira etapa das eleições, Bigardi obteve 49,98%, enquanto Machado ficou com 42,95%.

DOENÇA

O ex-presidente abriu o discurso falando de sua saúde. Disse que estava "quase 100% curado", que a garganta ainda estava um pouco inchada e que já recuperou "90% da mobilidade da perna". "Logo, logo estarei marcando um golzinho", afirmou.

Lula chegou ao comício por volta de 11h30. O ex-presidente resolveu sair do carro antes de entrar na área reservada, o que gerou tumulto.

O ex-presidente discursou por pouco mais de 11 minutos. Disse que sua fala foi breve porque teria à tarde um encontro com o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

26 sindicatos declaram apoio a Bigardi


Dirigentes de 26 sindicatos de Jundiaí declararam nesta terça-feira (16) apoio a candidatura de Pedro Bigardi à Prefeitura, durante encontro ocorrido na sede da Associação dos Aposentados.

Eliseu Silva Costa, presidente do nosso Sindicato comemorou a adesão de quase a totalidade dos sindicatos da cidade. “Isso mostra que o trabalhador quer um governo que lute pelos interesses da população e não de minorias”, disse. 


Os dirigentes decidiram pela elaboração de um manifesto de apoio à candidatura de Bigardi, que será entregue aos trabalhadores.
“É muito importante dialogarmos com a população na defesa do melhor projeto para Jundiaí. É o momento de tomarmos atitude para o bem da cidade”, comentou.


O candidato a vice-prefeito Durval Orlato disse que a população já definiu, no primeiro turno, as propostas e os nomes que quer para a cidade.
“Os mais de 100 mil votos alcançados comprovam que as pessoas confiam no Pedro como representante da cidade”, destacou. “É por isso que a oposição começou a apelar para a boataria”, explicou.


Agora, no segundo turno, a nossa oposição está reconhecendo que não tem chance e apelando para a boataria maldosa. Mas a atitude é tão apelativa e absurda que as pessoas estão percebendo isso e tendo cada vez mais a certeza de que Bigardi é o melhor candidato para a nossa cidade”, disse Durval. 


Um dos boatos que circulam pela cidade é que Pedro e Durval vão trazer pessoas que não foram eleitas nas cidades vizinhas para se juntar ao governo. 


O vereador eleito Gerson Sartori (PT) disse que um dos boatos é que Bigardi vai trazer pessoas de fora da cidade para a Prefeitura. “Temos pessoas muito competentes em nossa cidade. Eles estão desesperados”, comentou. 


Fábio Garcia, representante da União Nacional dos Estudantes (UNE), disse que o momento é muito importante para os estudantes e os trabalhadores: “Nós do movimento estudantil, juntamente com o movimento sindical, estamos mostrando a força do povo. Essa é uma mudança que queremos para Jundiaí”, disse o líder estudantil. 


Os dirigentes sindicais assumiram o compromisso de distribuírem o manifesto de apoio à Bigardi em suas categorias. Os bancários vão fazer mutirão no calçadão do centro da cidade.

Os sindicatos que declararam apoio a Bigardi são estes:


Metalúrgicos
Bancários
Gráficos
Alimentícios
Servidores Públicos Municipais
Aposentados
Rodoviários
Engenheiros
Servidores do INSS
Comerciários
Trabalhadores em Calçados e Vestuário
Auditores Fiscais
Mestres e Contramestres
Químicos
Trabalhadores e Servidores na Educação do Estado
Trabalhadores em Edifícios e Condomínios
Trabalhadores no Asseio e Conservação
Trabalhadores em Lavanderias
Trabalhadores em Conservação e Assistência Técnica
Trabalhadores em Institutos de Beleza e Cabeleireiros
Trabalhadores no Entretenimento e Casas de Diversão
Trabalhadores no Turismo
Trabalhadores Terceirizados
Trabalhadores Domésticos
Trabalhadores em Construção Civil
Trabalhadores em Vigilancia

Agora é Pedro Bigardi 65!

Pedro Bigardi tem compromisso de que obras e programas que já começaram não irão parar, pelo contrário serão executados de forma rápida e eficiente, pois hoje a maioria está muito devagar. Onde há dinheiro público investido não pode ocorrer desperdício, por isso não haverá ruptura, o que começou deve ser levado em frente, com qualidade. Além disso, serão realizadas muitas outras coisas que não estão sendo feitas, que estão no programa de governo, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), bases da guarda municipal, dentre outras.

É uma honra estar na campanha de Pedro Bigardi, que tem responsabilidade, maturidade e compromisso com a cidade de Jundiaí. Temos confiança para renovar!


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Entrevista sobre aliança PT-PCdoB

Essa minha entrevista foi realizada em 2010, durante sabatina do Jornal Bom Dia. A questão foi a respeito de uma possível aliança entre o PT e o PCdoB em 2012. Naquele período já víamos com clareza a necessidade de unidade das forças políticas de esquerda e de oposição em Jundiaí, destacando que o nome de Pedro Bigardi era o mais forte no campo da oposição. Ainda afirmei: "essa conversa [sobre a aliança], eu quero fazê-la dentro de um programa, de um projeto e não simplesmente para ganhar a eleição". 

Fico feliz em ver que nesse ano decisivo conseguimos amadurecer essa ideia e iremos vencer as eleições e - especialmente - porque conseguimos construir um projeto político de renovação com qualidade para Jundiaí. O trabalho junto com diversos outros companheiros foi árduo, o diálogo avançou ao longo desses dois anos e conseguimos chegar nesse momento histórico.

Vamos em frente continuar trabalhando pois faltam apenas dois dias para a vitória!!!    


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CARREATA NO MEDEIROS NO SÁBADO!

Neste sábado, dia 29, faremos uma carreata no Medeiros, a partir das 10 horas. Ponto de encontro: Rua da Feira / Campo de Futebol. Conto com a presença de todos!


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Distribuição de panfletos no Calçadão do Centro








Entrevista na TV Tem mostra capacidade de Bigardi


Em entrevista à TV Tem na tarde desta quarta-feira (26), Pedro Bigardi mostrou toda a sua experiência e comprometimento com a cidade de Jundiaí. Bigardi teve oito minutos para responder às perguntas do jornalista Daniel Schafer.

A primeira questão feita ao candidato foi sobre o trânsito da cidade. Perguntado sobre as soluções para melhorar o planejamento da cidade, Bigardi apresentou proposta concretas. “Hoje você constrói prédios em todos os lugares, sem um planejamento efetivo – isso vem acontecendo nos últimos dez anos na cidade de Jundiaí. Então precisa mudar o planejamento, rever as normas na cidade, o Plano Diretor, e ver a capacidade de investimento de cada bairro e a capacidade de suporte para absorver novos empreendimentos habitacionais”, afirmou.

A falta de um projeto de sistema viário foi outro ponto apresentado por Bigardi. "Não temos hoje um projeto do sistema viário e os investimentos feitos nos últimos 12 anos são muito poucos. Nós temos um único viaduto, três pontes, isso é muito pouco para o porte de Jundiaí, com a força e o orçamento de Jundiaí. O Poder Público tem que fazer investimentos em áreas estratégicas: entrada da cidade, no trevo, as alças da Nove de Julho, investimentos de passagem sobre o rio Jundiaí, sobre a ferrovia. Esses investimentos precisam ser feitos, e nós vamos fazer no nosso governo”, ressaltou.

Bigardi falou também das parcerias com o Governo Federal, que garantirão o fim da fila de espera das creches e o fato de não existirem pedidos de parcerias como essas por parte da administração atual da cidade. "Jundiaí teria direito a trazer para a cidade sete novas creches através desse programa, mas não apresentou nenhum projeto em Brasília. Nós vamos apresentar o projeto em Brasília, trazer estes investimentos. O Governo Federal constrói a creche através de um recurso de R$ 1,3 milhão e faz funcionar a creche durante um ano. Depois, faz um repasse complementar.”

Ainda sobre a Educação Bigardi falou do incentivo ao ensino superior, com a criação do programa ProUni Municipal e a instalação de uma Universidade Federal em Jundiaí. “Nós estamos fazendo uma análise da possibilidade de trazer uma universidade pública para cá e é plenamente possível, só que o município precisa fornecer um terreno, buscar uma parceria com o Governo Federal, para que esse processo se agilize. Nós temos totais condições de trazer para cá uma universidade pública, que significa não só o acesso ao ensino gratuito, público, mas também ciência, tecnologia, desenvolvimento econômico."

A agilidade na área da Saúde foi outro ponto levantado pelo entrevistador, a quem Bigardi respondeu de forma direta. “Existe muita espera por consultas, remédios, especialistas, há realmente uma grande reclamação na cidade. Nós temos que mudar primeiro colocando mais especialistas na rede. A construção das Unidades de Pronto Atendimento Segundo, nós temos que mudar o sistema, criar as Upas, Unidades de Pronto Atendimento, que é um programa do Governo Federal, é um mini-hospital, funcionando 24 horas nas regiões da cidade."

Sobre a falta de incentivo aos profissionais de Saúde Bigardi apresentou o que considera como o grande problema da administração de Jundiaí, a inversão de prioridades. "Isso não pode ser o caso de Jundiaí, que tem um orçamento de R$ 1,3 bilhão, que pode aplicar mais na saúde, se aplicar corretamente. Hoje, por exemplo, nós aplicamos R$ 25 milhões em propaganda na cidade, e esse dinheiro podia ser aplicado em contratação de médicos especialistas para atender a população da cidade."

Por fim Bigardi agradeceu a oportunidade e mostrou por que é o melhor candidato para governar Jundiaí. "Eu queria agradecer a oportunidade de estar com vocês aqui e dizer que eu me sinto muito preparado, com muita maturidade pela minha experiência de vida, quase 35 anos de serviço público, para governar Jundiaí. Eu gostaria muito de governar Jundiaí, porque é minha cidade, a cidade onde eu aprendi, criei toda a minha vida, minha família, e gostaria de dar a ela, neste momento especial da minha vida, um grande governo."

Dá para avançar muito em muitas áreas e eu tenho plena convicção que Jundiaí pode ser muito melhor. É uma cidade boa, mas pode ser muito melhor com os recursos que tem, com o orçamento. O que falta é prioridade, olhar mais para os bairros da cidade, investir mais nos bairros da cidade e ter um governo mais participativo, mais presente junto à comunidade.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Plenária da vitória, com Pedro Bigardi e Durval Orlato

Aconteceu hoje, quarta-feira 26 na Associação dos Aposentados, a plenária da vitória da campanha de Pedro Bigardi e Durval Orlato, com a presença de todos os candidatos a vereador da coligação e dos apoiadores. O clima foi de muita alegria e energia agora nesta reta final de campanha que precisa contar com a participação e o apoio de todos!






sábado, 22 de setembro de 2012

Com Bigardi prefeito, ministro da Educação garante que creches e Universidade Pública serão construídas em Jundiaí


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esteve em Jundiaí nesta sexta-feira (21) para um almoço com candidatos Pedro Bigardi (prefeito) e Durval Orlato (vice). Diversos estudantes prestigiaram o encontro, que serviu também para reafirmar o apoio de Mercadante à candidatura de Bigardi e garantir a construção de novas creches e da universidade pública na cidade com recursos do Governo Federal.
Segundo o ministro, a experiência de Pedro Bigardi será um diferencial para que a vinda de uma universidade pública finalmente se concretize em Jundiaí. “Eu tenho a absoluta certeza de que com Bigardi na Prefeitura, nós vamos trabalhar nesta direção. Ele tem experiência administrativa, vivência política, sabe quanto é importante atuar com o Governo do Estado e com o Governo Federal para cuidar das pessoas e conquistar mais investimentos para a cidade."
Ainda conforme Mercadante destacou, um dos fatores que mais interferem na construção da universidade federal em Jundiaí é a morosidade da administração municipal. “Precisa haver parcerias. Não podemos ter os partidos políticos acima do interesse dos estudantes", explicou. "Essa vontade política tem que estar presente, com uma iniciativa concreta."
Bigardi agradeceu a confiança de Mercadante. “Temos o compromisso de montar uma equipe muito qualificada, que fará os projetos necessários para as parcerias com o Governo Federal, tanto na questão das creches quanto para a vinda da Universidade Pública.”
 Mercadante ainda falou sobre o programa federal de novas universidades em todo o País, especialmente na capital paulista. “O Governo Dilma vai construir novos campus e universidades. Em São Paulo, estes equipamentos custeados pela União eram muitos reduzidos, mas já expandiram bastante. Mesmo assim, ainda temos uma grande demanda”.
Investimentos estão à espera de projetos
O ministro da Educação Aloizio Mercadante ainda afirmou que muitas parcerias com o Governo Federal estão disponíveis para os municípios, mas que atualmente o interesse de Jundiaí tem sido pequeno.
“O Ministério da Educação tem feito uma série de ofertas à cidade, como por exemplo, a construção de creches. Ofertamos também aos municípios 11 quadras esportivas para as escolas e o Programa Mais Educação, que pretende fazer com que 32 mil escolas no Brasil tenham 7 horas de aula e não apenas quatro. Em nenhum desses casos, Jundiaí manifestou interesse”, afirmou.
Segundo Mercadante, poucos projetos foram requisitados pela atual gestão. “O único projeto que eles manifestaram interesse nós cumprimos, que são os projetores digitais, já instalados nas salas de aulas. Das sete creches que ofertamos, Jundiaí manifestou o pedido de apenas uma até agora, que está em processo”.

Carreata no Eloy Chaves e Fazenda Grande

Eu e meu valoroso grupo de apoiadores realizamos uma carreata nos bairros Eloy Chaves e Fazenda Grande neste sábado, 22 de setembro. Rumo à vitória!




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Debate confirma: Bigardi vence com propostas concretas e experiência para governar Jundiaí

De maneira segura, com falas recheadas de dados e informações sobre Jundiaí e uma tranquilidade sem igual para reforçar o que é preciso fazer para transformar Jundiaí numa cidade para todos. Foi desta forma que Pedro Bigardi deixou marcada a participação no debate promovido pela TV Bandeirantes Campinas e Grupo JJ de Comunicação.

Realizado sábado (15), o debate reuniu os cinco candidatos a prefeito da cidade e deixou clara a maturidade de Bigardi para enfrentar os problemas que o município apresenta em áreas essenciais para a população.

No início do programa, inclusive, a TV Bandeirantes mostrou a cidade e as pessoas que moram aqui, mas também apontou situações que afligem os moradores há anos: Hospital São Vicente superlotado, trânsito congestionado, falta de segurança...

"O que tenho de melhor é a minha experiência, minha maturidade e história com a cidade, para cuidar das pessoas de Jundiaí. Serei o melhor prefeito que Jundiaí já teve", respondeu Bigardi, ao ser perguntado pelo mediador José Arnaldo, sobre o que tem de melhor para governar a cidade.

Confiança

Sem fugir das respostas ou desviar o foco do debate, Bigardi não deixou qualquer dúvida sobre o que pretende para Jundiaí nos próximos quatro anos.

"Como prefeito, vou assumir a responsabilidade. Criar a Secretaria de Segurança Pública na cidade, levar a Guarda Municipal para os bairros com as bases descentralizadas, dar oportunidades, lazer e esporte aos jovens. Sou o único candidato que tem no Programa de Governo o compromisso de criar as bases da GM", ressaltou.

Por fim, se despediu em grande estilo. "Agradeço a você e reafirmo que a minha história de vida, experiência e confiança me dão a maturidade necessária para governar Jundiaí com qualidade de vida e cuidando dos bairros e das pessoas. Serei o melhor prefeito que Jundiaí já teve, por isso peço o seu voto. Pedro Bigardi, prefeito, 65!"


Leia algumas das perguntas formuladas a Pedro Bigardi pelos outros candidatos e por jornalistas que acompanhavam o debate:

Cláudio Miranda pergunta a Bigardi sobre a reurbanização de favelas em Jundiaí.

Resposta: "Quando trabalhei na Fumas, junto com o padre Paulo André, iniciamos o processo de reurbanização em Jundiaí. Hoje é tudo feito de maneira parcial e ainda termos pelo menos 20 mil pessoas ainda morando em favelas na cidade. Na Vila Ana, onde iniciamos esse processo, tudo está pela metade, com muito entulho no local. Vamos corrigir este problema, até pela experiência que temos nesta área".

**************************************************

Luiz Fernando Machado pergunta a Pedro Bigardi sobre propostas para desafogar o Hospital São Vicente e diz que ainda iria protocolar o compromisso de inaugurar o Hospital Regional.

Resposta: "Já deveria ter protocolado isso quando registrou o Programa de Governo no Cartório Eleitoral. O Hospital Regional está fechado há 6 anos e nada foi feito. Agora vão querer fazer? São as mesmas promessas de 4 anos atrás. Vamos criar as UPAs, os mini-hospitais, para fazer com que as pessoas sejam atendidas nos bairros. É necessária uma reestruturação geral na Saúde. Estamos atrasados pelo menos 10 anos na área da Saúde. Nós faremos tudo isso."

****************************************************

Ibis Cruz pergunta para Pedro Bigardi sobre o planejamento de Jundiaí e o que fará.

Resposta: "É preciso rever o planejamento, porque a cidade cresce de maneira desordenada. Falta investimento nos bairros, que estão abandonados. Precisamos de um prefeito que esteja preocupado com as pessoas da cidade e não ligado a grupos econômicos. Vamos fazer todas essas melhorias, a partir do ano que vem".

************************************************

Pedro Bigardi pergunta ao candidato Cláudio Miranda sobre creches.

"Foram gastos mais de R$ 50 milhões em propaganda, sendo que há uma fila de espera enorme de crianças aguardando vaga nas creches em Jundiaí. Como resolver isso?"

*************************************************

Rodrigo Salomão, da TV Bandeirantes, pergunta a Pedro Bigardi sobre invasões de terra.

"Resolvemos três casos em Jundiaí deste tipo quando estava na Fumas. Fizemos isso olhando para a questão, com sensibilidade social, diálogo com as pessoas e projeto já que estas famílias não têm para onde ir. Estou muito tranquilo em relação a isso, porque sou engenheiro e esta é minha área de atuação."

Lula apoia Pedro Bigardi em Jundiai

Debate, uma rara oportunidade de comparar candidatos

Bigardi focou em sua ligação histórica com Jundiaí e sua maturidade política e pessoal. Apresentou propostas concretas para lidar com o problema da saúde e do planejamento urbano. Estava muito seguro nas respostas e mostrou ter sensibilidade social, além de já ter sido um gestor competente.

- por Rafael Alcadipani* no site OA Jundiaí

O eleitor jundiaiense teve uma rara oportunidade de comparar na tarde deste sábado (15) os candidatos a Prefeitura de Jundiaí.

Jundiaí é uma cidade grande, com um orçamento significativo e que possui problemas compatíveis com o seu tamanho. Um debate como o de hoje é fundamental para que seja possível comparar os candidatos e ver qual se destaca como o mais preparado para guiar os destinos da cidade nos próximos anos.

O debate transcorreu em alto-nível, sem ataques e ofensas pessoais, o que mostra a maturidade política dos candidatos. Estiveram presentes todos os candidatos.

Luiz Fernando Machado esteve na berlinda durante todo o encontro. Isso pelo fato de ele representar a continuação do governo Miguel Haddad. Em sua campanha, fora do debate, Machado tenta se colocar como uma renovação para Jundiaí, algo que ele não representa, pois foi vice prefeito de Haddad e abandonou a função para ser deputado federal.

Mesmo como deputado, sempre esteve ao lado de Haddad. No debate ficou evidente que as poucas propostas de Machado são muitas das ideias que têm sido apresentadas pelo PSDB em todas as eleições, mas que não foram entregues.

O exemplo citado, logo no primeiro bloco, foi o tão esperado Hospital Regional. Há anos se prometem para Jundiaí um hospital que nunca foi entregue.

Além disso, Machado foi muito hábil em falar, mas não consegui perceber muito conteúdo real atrás de sua bela oratória. A posição de Machado é muito difícil, pois grande parte do que ele propõe já poderia ter sido feito, dado o tamanho do orçamento de Jundiaí.

Porém, comparado com Haddad ele mostra ser mais inteligente e articulado.

Além disso, Machado sofre muito para conseguir fazer uma fala que seja verdadeiramente espontânea, natural. A fala parece ensaiada, treinada, robótica.

Machado firmou seu perfil de um parlamentar competente, mas deixou dúvidas sobre a sua condição de ser um gestor público de verdade.

Bigardi focou em sua ligação histórica com Jundiaí e sua maturidade política e pessoal. Apresentou propostas concretas para lidar com o problema da saúde e do planejamento urbano. Estava muito seguro nas respostas e mostrou ter sensibilidade social, além de já ter sido um gestor competente.

Parecia tranquilo, sereno e falou com firmeza. Não partiu para os ataques fáceis e focou em como resolver os problemas da cidade. O tão esperado embate entre os dois se deu de forma cordial e cortês.

O ex-prefeito Ibis Cruz mostrou que muito daquilo que temos em Jundiaí foi feito pelo seu governo e como, no comparativo com a atual gestão, ele fez mais.

Cláudio Miranda apresentou suas propostas e pontuou falhas significativas no governo Haddad. Ele também se mostrou firme e convicto de suas ideias.

Vanderlei Victornio, o BA, defendeu as bandeiras históricas do PSol, principalmente no que diz respeito a ética na política.

Os jornalistas fizeram perguntar firmes e diretas, mostrando uma postura totalmente independente.

De uma forma geral, o que se viu foi uma desconstrução das administrações do PSDB na cidade, desconstrução reforçada pelo próprio Machado que falou de uma Nova Jundiaí.

A Jundiaí real mostrou-se bem mais complexa do que a do marketing. A iniciativa do debate é ótima, e resta parabenizar o Jornal de Jundiaí Regional e a Band pela iniciativa que ajudou na democracia jundiaiense.

*Rafael Alcadipani é Professor Universitário