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terça-feira, 8 de abril de 2014

4º. Fórum do Trabalho - Coleção de Vídeos

Conheça o conteúdo da discussão sobre Mulher e o Mundo do Trabalho: Desafios e perspectivas, proporcionada pelo 4º Fórum do Trabalho.

Para ver o Álbum de fotos e um resumo do Fórum, acesse nossa página no Facebook

Parte I - Abertura (4:58 min)

terça-feira, 25 de março de 2014

Tudo preparado para o 4º. Fórum do Trabalho

Fechando o mês de no qual se comemora o Dia Internacional da Mulher, o vereador Paulo Malerba promove o 4º.  Fórum do Trabalho com o tema: Mulheres no mundo do trabalho: desafios e perspectivas, que contará com a participação de Liliana Segnini, Prof. Doutora da UNICAMP e Sônia Coelho, Coordenadora da Marcha Mundial das Mulheres.
Segundo o vereador, a escolha do tema se deu pela predominante desigualdade existente no mundo do trabalho: "Nós sabemos que o ambiente do trabalho é um espaço machista, sendo também do mundo do trabalho que advém a autonomia da mulher", comentou.

Como preparação, lançou a pergunta em sua página oficial no Facebook: "Qual tema não pode ficar de fora desta discussão?". Foram diversas respostas, que serão apresentadas durante o Fórum. (Clique aqui para visualizar a enquete e um resumo)

O evento ocorrerá na Câmara Municipal de Jundiaí, nesta quinta-feira, dia 27 de março, às 19h e contará com a presença de direções sindicais e de representações de classe com sede em Jundiaí. O evento ganhou força a partir da confirmação da presença de movimentos feministas da região ligadas ao MMM.

A ideia de um Fórum permanente para discussão de questões do trabalho na perspectiva dos trabalhadores nasceu da ausência de espaços como estes em nossa cidade:  "Com a presença majoritária de estudantes e representantes sindicais o Fórum do Trabalho vai se formando como um proeminente espaço de reflexão para a ação dos trabalhadores em Jundiaí”.

Nas três edições ocorridas em 2013 o Fórum do Trabalho contou com a participação de mais de 250 pessoas e reflexões de alto nível. Os temas foram:  "Os desafios do mundo do Trabalho",  "Modernizar a CL T?"  e  "Os trabalhadores e as mobilizações populares" com a participação como palestrantes Jorge Souto Maior, Juiz do Trabalho, Professor da USP; Ricardo Berzoini, Deputado Federal Ricardo Berzoini e Ex-Ministro da Trabalho e Previdência e Doutor em Ciência Política Prof. Armando Boito da UNICAMP.

Saiba mais sobre as debatedoras

 
Sônia Coelho, integrante da organização feminista SOF afirma que “o Brasil é o sétimo país do mundo onde mais se assassinam mulheres, outro campo que é frágil para as mulheres são os espaços de poder, onde somos minoria absoluta, e, apesar da crescente participação da mulher no mercado de trabalho, ainda recebemos menos do que os homens para os mesmos cargos. Ainda há um discurso machista muito forte na sociedade brasileira.”

Além de ser professora titular da UNICAMP, Liliana Segnini é autora de diversos livros, artigos e pesquisas sobre as relações gênero, sociologia do trabalho e economia. Ganhadora do Prêmio Jabuti 2010 na categoria "Melhor Livro de Economia, Administração e Negócios" - Guimaraes, Nadya, Hirata, Helena, Sugita, Kurumi (org.) Trabalho Flexível, Empregos Precários. EDUSP, Câmara Brasileira do Livro; Prêmio Luis Espinal 2007 - 2ª. Mostra CineTrabalho. O Trabalho da Mulher nos Bancos (Documentário, VHS, (SP) 1993 - 41 ). Direção: Taunay Daniel, Produção: Liliana Segnini e Amilton Moretto, UNESP -Marilia (Coordenação: Giovanni Alves e Elson Menegazzo.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Enquete antecipa participação no 4º. Fórum do Trabalho


Preparando o 4º  Fórum do Trabalho, sobre o tema: "Mulheres no mundo do Trabalho: desafios e perspectivas", o vereador Paulo Malerba propôs a seguinte pergunta: "Qual tema não pode ficar de fora da discussão: 'Mulheres no mundo do trabalho'?".

Veja os principais temas até o momento:


Tema %
Equiparação Salarial 23%
Relações compartilhadas, cotidiano, tripla jornada 23%
Licença Maternidade admissão e retorno ao trabalho 15%
“Divisão” das profissões por gêneros 8%
Diferenças no estilo de liderança 8%
Assédio Moral 8%
Políticas de Gênero no Governo do Município de Jundiaí 8%
3º Plano Nacional de Políticas para as Mulheres 8%


Participe desta discussão, enviando sua questão ou comentário pelo Blog ou pela Página Oficial do Facebook e não deixe de comparecer ao Fórum, dia 27/03 às 19 horas, na Câmara Municipal de Jundiaí.

Veja a descrição dos temas:

quarta-feira, 12 de março de 2014

A divisão sexual do trabalho como base material das relações de gênero


Por Nalu Faria
Psicóloga, Integrante da SOF 
(Sempreviva Organização Feminista) 
e da Marcha Mundial das Mulheres.  

A divisão sexual do trabalho está na base social da opressão e da desigualdade. Em primeiro lugar, é preciso destacar que ela é histórica, ou seja, foi sendo constituída, não é imutável. Mas tem princípios que permanecem; o que modificam são as modalidades. Isso nos ajuda a pensar sobre a permanência dessa desigualdade. Danièle Kergoat, que foi muito importante para sistematizar esse conceito, considera que há dois princípios organizadores da divisão sexual do trabalho. Um deles é a separação, essa ideia que separa o que é trabalho de homens e de mulheres. Outro é a hierarquia, que considera que o trabalho dos homens vale mais do que o das mulheres. 



Uma das principais justificativas ideológicas para a divisão sexual do trabalho é a naturalização da desigualdade, que empurra para o biológico as construções sociais e as práticas de homens e mulheres. Ou seja, atribui a uma essência biológica, como parte da natureza, a construção do masculino e do feminino. Mas é preciso articular a ideologia, a reprodução simbólica, com a existência de uma base material.

Neste sentido, é importante chamar atenção para o fato de que, muitas vezes, o conceito de divisão sexual do trabalho fica reduzido às estatísticas sobre as diferenças de inserção no mercado de trabalho de homens e mulheres. Isso não dá conta da complexidade deste conceito, que faz parte de um processo da luta e da organização feminista, e que busca justamente entender como se transforma em desigualdade o trabalho entre homens e mulheres. 


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

3º. Fórum do Trabalho discutiu as manifestações de junho

Fórum discutiu as manifestações de junho e perspectivas para os trabalhadores
 
Confirmando o êxito das duas primeiras edições, o 3º. Fórum do Trabalho, organizado pelo mandato do vereador Paulo Malerba, na Câmara Municipal de Jundiaí, superou as expectativas.

Com uma reflexão de altíssimo nível, o Prof. Dr. Armando Boito, professor titular da Unicamp, discorreu sobre o impacto das manifestações de junho na política nacional:

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Fórum do Trabalho discutirá modernização da CLT


Confirmada a 2ª. edição do Fórum do Trabalho, uma iniciativa do mandato do vereador Paulo Malerba, com vistas a discutir as relações de trabalho na perspectiva do trabalhador.

Esta mesa de debates será formada pelo Deputado Federal Ricardo Berzoini e pelo próprio Vereador Paulo Malerba. O mediador será o atual presidente do IPREJUN, Eudis Urbano (saiba mais sobre os debatedores abaixo).

O tema em pauta será "Modernizar a CLT?". Segundo o vereador Paulo Malerba, as atuais discussões sobre a modernização da CLT estão sempre ligadas à precarização das relações do trabalho, sendo necessário ampliar esta discussão à partir da visão dos próprios trabalhadores e trabalhadoras.


Todos os presentes podem participar do debate, contribuindo para a discussão, como aconteceu na primeira edição, com a presença de Gilmar Carneiro e do Juiz Jorge Souto Maior, quando houve expressiva participação de representações sindicais, estudantes, entre outros, de Jundiaí e região.

O evento será na Câmara Municipal de Jundiaí, na próxima segunda-feira, dia 27/05, às 19 horas e todos são convidados.


Debatedores e mediador do Fórum do Trabalho:

Ricardo Berzoini

Bancário, nascido em 1960, Ricardo Berzoini, mineiro de Juiz de Fora, mudou-se com a família para São Paulo, onde vive desde os seis anos de idade.

Em 1985, iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região como delegado sindical de base, no Banco do Brasil. Em 1988, foi eleito para a diretoria presidida por Gilmar Carneiro, como Secretário de Imprensa e Comunicação. Em 1989, foi eleito presidente do Departamento Nacional dos Bancários da CUT. Em 1991, tornou-se Secretário Geral do Sindicato e, em 1992, participou da fundação da CNB-CUT, hoje Contraf, sendo o primeiro presidente da entidade.

Em 1994, foi eleito presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, sendo reeleito em 1997.

Em 1998, foi eleito Deputado Federal, pelo PT de São Paulo, com 63 mil votos. Desde 1995, integra o Diretório Nacional do PT.

Foi reeleito deputado em 2002, com mais de 130 mil votos. Em 2003, assume o Ministério da Previdência Social, iniciando a reestruturação do sistema previdenciário, com concursos públicos, investimentos em tecnologia e recuperação salarial dos servidores públicos.

Em 2004, na reforma ministerial, foi nomeado por Lula como ministro do Trabalho e Emprego (MTE), quando coordenou a estratégia de geração de emprego e renda. Chefiou por duas vezes a delegação brasileira à Conferência da Organização Internacional do Trabalho, em Genebra. Fortaleceu a política de combate ao trabalho escravo e pela erradicação do trabalho infantil. Representou o MTE no Conselho de Administração do BNDES.

Em 2005, no mês de julho, em meio à crise política que atingiu o PT, deixou o ministério para assumir a secretaria geral do PT e em outubro foi eleito presidente nacional do partido. Em 2006, se reelegeu deputado com mais de 112 mil votos.

Em 2007, foi reeleito presidente nacional do PT para ocupar o cargo até fevereiro de 2010. Em 2010, foi reeleito deputado com mais de 140 mil votos. Em 2012, assumiu a presidência da CCJC, Comissão de Constituição, de Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.





Paulo Malerba

Com 28 anos, natural de Jundiaí, São Paulo, é funcionário Concursado do Banco do Brasil desde 2003.

Iniciou sua vida acadêmica na Unicamp, onde se graduou em Sociologia e Política. Ainda na Unicamp, obteve o título de mestre em Ciência Política. 

Em 2012 concluiu sua especialização em Políticas Econômicas na Berlin School of Economics and Law, na Alemanha. 

Atualmente cursa seu doutorado em Ciência Política, Unicamp.
 
Presidente do PT Jundiaí desde 2010, é Diretor da Federação dos Bancários da CUT-SP e do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região. 

Foi eleito vereador pelo Partido dos Trabalhadores, com 3.288 votos no pleito de 2012 para a 16.ª Legislatura (2013/2016), sendo o atual líder da bancada e presidente da Comissão de Justiça e Redação-CJR no biênio 2013/2014. 

Participa ainda de outras três comissões: Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo; Comissão de Saúde, Assistência Social e Previdência e Comissão de Participação Legislativa.


Eudis Urbano

José Aparecido MarcussiServidor público federal cedido à Prefeitura de Jundiaí a partir de janeiro de 2013 quando passou a ocupar o cargo de diretor-presidente no IPREJUN.

Exerceu toda sua carreira profissional no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por 29 anos, ocupando as funções de gerente da agência da previdência social em Amparo (fevereiro/2001 a setembro/2003) e gerente executivo do INSS em Jundiaí (outubro/2.003 a dezembro/2012). 

Graduado em ciências econômicas pela Universidade de Bragança Paulista.

Possui curso de gestão de conflitos pela Universidade de Brasília e pós-graduação em gestão previdenciária pela Universidade Gama Filho.